Você já percebeu que cada etapa da nossa vida requer um
planejamento diferente, certo? Imagine então a chegada de um filho? Já parou
para pensar em quantas providências são necessárias e quantos questionamentos
começam a surgir?
Como se planejar para a chegada do bebê? Como garantir o
futuro deste ser tão pequeno, que vem lhe proporcionar momentos tão marcantes
para toda a vida? Bem-vindo ao mundo dos pais, onde responsabilidade, amor e
planejamento devem caminhar sempre juntos. Atenção às dicas e boa leitura!
Reveja o orçamento
Quando o bebê nascer, sua realidade financeira mudará
drasticamente. É mais importante do que nunca elaborar, monitorar e ficar
dentro do orçamento. Agora você tem uma pessoa que depende de você, e é preciso
manter os assuntos financeiros da família em ordem. Um orçamento bem pensado
será sua ferramenta de maior valor para administrar o dinheiro da família.
Se já possui um orçamento, precisará ajustá-lo para que
supra as necessidades da sua família que cresceu. Se não possui um orçamento,
desenvolva um agora mesmo.
Não se desfaça do seu antigo orçamento. Você pode usá-lo
como ponto de partida para um orçamento novo. Revise todos os gastos para ver
se não mudaram com a chegada do bebê. Seu aluguel ou financiamento, por
exemplo, provavelmente permanecerá igual. Mas a conta de eletricidade talvez
aumente se você contratar uma pessoa para que fique em casa todos os dias.
Inclua todos os custos adicionais de criar um filho em seu
orçamento. Outro pai ou mãe poderá lhe ajudar a identificar quais gastos
adicionais aparecerão de forma regular, como despesas médicas.
Diante disso, é necessário considerar, por exemplo, a
inclusão de seu filho em um plano de saúde. Da mesma forma, é importante que
você comece a pensar em contratar um seguro de vida que dê ao seu filho todo o
respaldo necessário, caso algo aconteça a você. Afinal, cabe a você protegê-lo
em qualquer circunstância.
Também será importante incluir mais reservas ao seu
orçamento. Muitos consultores recomendam que se tente manter as suas economias
entre três e seis meses de gastos, em caso de uma emergência.
Fonte: Finanças práticas