segunda-feira, 26 de junho de 2017

Campanha do Agasalho no DF vai até 1º de julho; veja onde doar

Cesta com doação de mantas para 'Campanha do Agasalho' (Foto: Divulgação)

Organizada pelo governo do Distrito Federal, a Campanha do Agasalho de 2017 recebe doações até 1º de julho, com 30 pontos de coleta distribuídos nas regiões administrativas. As roupas vão beneficiar pessoas cadastradas no Portal do Voluntariado e nos Centros de Convivência de Idosos.

O ideal é que os agasalhos sejam doados limpos, em bom estado de conservação. Também é pedido que sejam entregues em sacolas ou sacos plásticos para garantir a integridade da peça e facilitar o transporte.

Ao fim da campanha, os clubes de automóveis Mopar, Monstrego e Rodders saem em carreata para recolher as doações nos pontos de coletas das lojas participantes Dular, Mundo dos Filtros, Mormaii, Inbox Conveniência.

As roupas serão levadas até a Mormaii da Orla Ponte JK, para marcar o encerramento da campanha. A entrega das doações para as instituições e Centros de Convivência de Idosos será feito pela Secretaria de Direitos Humanos. A iniciativa faz parte do programa Brasília Cidadã.

Pontos de coleta

Asa Sul
Mundo dos Filtros - 109 Sul
Dular - 203 Sul

Asa Norte
Mundo dos Filtros - 102 Norte, Shopping Bulervard, Extra Norte e Conjunto Nacional
Dular - 213 Norte, Mormaii Surf Bar, Brasília Shopping

Lago Sul
Mundo dos Filtros - Gilberto Salomão
Dular - Gilberto Salomão
Inbox Conveniência - Posto de Gasolina QI 21
Mormaii Surf Bar - Pontão do Lago Sul e Orla da Ponte JK

Águas Claras
Mundos dos Filtros - Shopping Quê, Walmart
Dular - Avenida Araucárias, Lote 1605

Guará
Mundo dos Filtros - Carrefour Sul

Sudoeste
Mundo dos Filtros - CLSW 103
Dular - CLSW 203

Taguatinga
Mundo dos filtros - CNB 1 Taguating Norte, Extra Pistão Sul, Alameda Shopping, Shopping JK
Dular - QNA 32 Lotes 03,04,05,06

SIA
Mundos dos Filtros - Trecho 3
Dular - Trecho 6

Ceilândia
Mundo dos filtros - Extra QNM 11

Gama
Mundo dos filtros - Setor Central

Núcleo Bandeirante
Mundo dos Filtros - Avenida Central

Sobradinho

Mundo dos Filtros - Atacadão Dia a Dia

Aftas: como tratar esse problema


Afta afeta lábio de pessoa -

Aftas são feridas na boca que costumam ser esbranquiçadas e bastante doloridas. Elas podem aparecer na bochecha, língua, gengiva e até no céu da boca. Às vezes, inclusive, atrapalham a alimentação por causa da dor e desconforto que provocam.

O mecanismo que causa a afta ainda não está completamente esclarecido, mas "alguns fatores importantes que podem desencadear o seu aparecimento são: traumas como mordidas, alguns alimentos (como os mais ácidos) e o estresse", explica a dentista Maria Angela Martins Mimura (SP-CD-55974), integrante da equipe de estomatologia do departamento de otorrinolaringologia e cirurgia de cabeça e pescoço da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

"A afta está relacionada a uma maior predisposição da pessoa a ter o problema, e cerca de 50% da população brasileira tem esta tendência", afirma Alberto Consolaro (SP-CD-20875), membro da Associação Brasileira de Odontologia.

As aftas podem ser de diversos tamanhos e aparecerem várias ao mesmo tempo ou uma de cada vez. Em todos estes casos, é importante buscar orientação do dentista.

Normalmente, elas costumam ter duração aproximada de uma a duas semanas, mas é possível diminuir o desconforto que as aftas provocam e, em alguns casos, até fazer com que desapareçam mais rápido com alguns cuidados.

Veja abaixo o que fazer para amenizar o incômodo das aftas:

Alimentação

Não há uma contraindicação absoluta do que se deve ou não comer quando se está com afta. Contudo, "é bom evitar alimentos quentes, ácidos e condimentados, pois podem provocar uma irritação no local", afirma Marcio Lopes (SP-CD-44046), professor titular da Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas.

Então, alimentos muito temperados, com pimenta, muito quentes e os mais ácidos, como laranja, limão e abacaxi, devem ser evitados para não aumentar a dor.

Já comidas mais pastosas e frias, como os iogurtes, costumam não provocar incômodos e podem ser opções melhores nestas situações.

Nada de sal

Colocar sal em cima da afta, por mais que seja uma receita antiga, pode não ser uma boa ideia. Não há consenso se ele realmente faria a afta melhorar mais rápido.

"Por mais que a salmoura, normalmente, seja usada para diminuir a inflamação, como o sal vai provocar ardência, não é aconselhável", orienta Lopes.

Remédios, pomadas e bochecho

Existem pomadas com propriedades antissépticas, anti-inflamatórias e até cicatrizantes que podem ajudar a diminuir o tamanho da afta mais rapidamente.

"O dentista também pode indicar um tratamento com corticoide, bochechos com analgésicos, antissépticos e até algum anestésico associado, mas depende do quadro de cada paciente", diz Lopes.

A dica da estomatologista Maria Angela, justamente para evitar complicações e que a afta demore mais a desaparecer, é evitar as receitas de amigos e familiares. Só o especialista vai poder dizer o que é melhor para cada pessoa.

Ponto de atenção

Mas é preciso ficar atento para não ignorar alguma situação mais séria. "Se uma afta persiste por mais de duas semanas ou se você tem uma ferida, mas ela não dói, é importante procurar um dentista, pois há o risco de ser sintoma de outras condições de saúde", enfatiza Marcio Lopes.

Entre as doenças que podem se apresentar com feridas parecidas com aftas na boca estão as dermatológicas (como líquen plano e pênfigo vulgar), Doença de Crohn, Síndrome de Behçet, lesões pré-cancerígenas, câncer de boca, leucemia e outras.


Nestes casos, o mais importante é diagnosticar e tratar o problema o quanto antes, o que melhora a resposta do paciente ao tratamento e o seu prognóstico.

minhavida.com

domingo, 25 de junho de 2017

Banco de Alimentos leva comida saudável a instituições sociais

A associação Viver Vida Estruturada, coordenada por Laila Cássia Bueno, é uma das 155 inscritas atualmente para receber doações do Banco de Alimentos da Ceasa

MARIANA DAMACENO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

Oferecer refeição balanceada a crianças em vulnerabilidade social é um dos principais objetivos da Associação Viver Vida Estruturada, na Estrutural. Para atender 300 meninos e meninas, com idade entre 6 e 15 anos, a entidade conta com uma nutricionista, que monta o cardápio semanal recheado de frutas, verduras e legumes.

A associação Viver Vida Estruturada, coordenada por Laila Cássia Bueno, é uma das 155 inscritas atualmente para receber doações do Banco de Alimentos da Ceasa
O lugar dispõe de cinco cozinheiras, que fazem por dia cinco quilos de arroz e três de feijão, além de suco de frutas e vitaminas. Fora o almoço e o jantar, a associação ainda oferece café da manhã e lanche da tarde.

Segundo a coordenadora-geral da instituição, Laila Cássia Bueno, a comida com variedade e qualidade nutricional só é possível graças à doação que recebe, sobretudo, do Banco de Alimentos da Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa). “Já ficamos sem receber por problemas em documentos, e fez muita falta”, revela.

A retirada dos produtos ocorre semanalmente. No caso da Viver Vida Estruturada, sempre às terças-feiras. “Atendemos muitas crianças, que, com certeza, não teriam acesso a essa alimentação em casa”, explica Laila.

"Atendemos muitas crianças, que, com certeza, não teriam acesso a essa alimentação em casa"
Laila Cássia Bueno, coordenadora-geral da Associação Viver Vida Estruturada

Nas 14 atividades de esporte, cultura e lazer oferecidas no contraturno escolar, mais de 80% dos jovens atendidos pelo programa são filhos de pessoas que trabalham no aterro controlado do Jóquei, ao lado da associação.

A entidade da qual Laila faz parte é uma das 155 inscritas atualmente para receber doações do banco. Antes de ser incluída na lista, a instituição passa pela visita de um assistente social, que avalia desde a quantidade de pessoas atendidas à situação do espaço para armazenamento.

As visitas, tanto da assistente social quanto de uma nutricionista, são constantes. Nelas é possível, por exemplo, identificar quem precisa de atenção especial ou deixar de receber certos alimentos. “Existem lugares com alto índice de diabéticos. Precisamos ter o cuidado de não oferecer doces a eles”, exemplifica o diretor de Segurança Alimentar da Ceasa, José Patti Netto.

Com base nos encontros, a equipe também consegue detectar locais cujos funcionários precisam passar por capacitação. “Oferecemos cursos para as entidades aprenderem a reaproveitar integralmente os alimentos”, explica Netto. A medida é para garantir, segundo ele, que não haja desperdício do que foi doado.

As capacitações envolvem técnicas de como preparar receitas com aquilo que normalmente não seria utilizado ou que atendam às necessidades do público local. As últimas oficinas foram sobre preparo de pão, pratos à base de banana e refeições sem glúten e lactose.

"Oferecemos cursos para as entidades aprenderem a reaproveitar integralmente os alimentos"
José Patti Netto, diretor de Segurança Alimentar da Ceasa

Neste ano, o banco conseguiu aumentar consideravelmente o aproveitamento de produtos que normalmente seriam descartados pelos empresários e produtores que ocupam a Ceasa. No mês passado, por meio do programa Desperdício Zero, evitou-se que 34 toneladas de comida fossem para o lixo — um recorde para a Ceasa.

Para que o desperdício saísse de pouco mais de uma tonelada, em maio do ano passado, para o valor alcançado atualmente, a central tomou algumas medidas, como a aquisição de um carro exclusivo para o transporte das frutas e verduras e escolha de funcionários específicos para o serviço.

Também disponibilizou um número de telefone para que os comerciantes entrem em contato e solicitem o recolhimento do material. Além disso, quem participa recebe uma prestação de contas do que está sendo doado.

Oito funcionários, com auxílio da nutricionista, são responsáveis por receber, triar e separar as frutas, os legumes e as verduras em bom estado para consumo, que poderão ser doados.

Os empresários e produtores se desfazem daquilo que está fora do tamanho padrão — seja muito grande ou muito pequeno —, alimento que por um detalhe acaba não sendo comprado.

90%
Índice de aproveitamento dos gêneros coletados pelo programa Desperdício Zero do Banco de Alimentos da Ceasa

Cerca de 90% do que chega ao programa consegue ser aproveitado. Atualmente, os outros 10% acabam descartados por apresentarem algum tipo de problema, como um simples machucado em uma fruta.

A Ceasa já tem projeto pronto para reduzir o desperdício. Com novas instalações físicas e aparelhagem adequada, o banco ganhará unidade de transformação de alimentos.

A nova unidade será capaz de produzir seleta de legumes, polpas de frutas e sopa desidratados, entre outros produtos. Com isso, haverá aproveitamento integral dos gêneros.

Programa de Doação Simultânea da Ceasa

Além do Desperdício Zero, a Ceasa conta com outra iniciativa para arrecadar alimentos destinados a instituições. O programa Doação Simultânea funciona à base de parceria com entidades públicas e privadas para troca de produtos não perecíveis por ingressos para eventos culturais ou esportivos.

No banco, funcionários checam a data de validade e a procedência de cada item. No caso de alimentos, são feitas cestas básicas de 25 quilos, depois entregues às instituições. A prioridade é para que o conjunto seja o mais variado possível, com itens como arroz, feijão e farinha. O programa também arrecada roupas e brinquedos.

Por mais que haja esforço em obter doações sortidas, o diretor da Ceasa lembra que se trata de alimentação complementar. “Nossa meta é a qualidade, aumentar o mix de alimentos ofertados.” Desde outubro, foi possível subir de cerca de 400 gramas para 1,2 quilos a cota doada por pessoa, a cada semana.



A Ceasa ainda tem uma terceira frente: o Programa de Aquisição de Alimentos. Com verba do governo federal, a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural adquire gêneros da agricultura familiar para distribuição. Entre os produtos, há bolos, biscoitos e doces, por exemplo.

Para cadastrar entidades de assistência social, basta acessar o site da empresa, preencher o formulário de inscrição e entregar, juntamente com os documentos exigidos, ao banco.

O Banco de Alimentos da Ceasa é referência nacional e constantemente é visitado por autoridades de outras partes do Brasil e do mundo.


EDIÇÃO: VANNILDO MENDES

Dormir bem é indispensável para a saúde!

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sábado, 24 de junho de 2017

Inscritos na lista da Codhab têm até 3 de julho para atualizar dados

VINÍCIUS BRANDÃO, DA AGÊNCIA BRASÍLIA

Militar reformado pelo exército, Wanderson Bento de Souza foi avisado pela associação da qual faz parte que teria de atualizar o cadastro na lista de moradia da Companhia do Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab-DF).

Um dos 142.619 inscritos na lista da companhia, ele não teve dificuldade. “Eles me mostraram como fazer a atualização pelo aplicativo e instalaram no meu celular. Eu só terminei o processo sozinho. Foi fácil e funcionou muito bem”, explicou o militar de 33 anos.

Até a última quinta-feira (22), 62.138 pessoas cadastradas já tinham feito a atualização. Os outros 80.481 que faltam têm até 3 de julho (segunda-feira da semana que vem) para colocar os dados em dia e se manter credenciados com a companhia.

40% das moradias são destinadas às pessoas do cadastro individual e outros 40% vão para inscritos em cooperativas e associações

Para fazer a atualização, basta usar o aplicativo da Codhab para celulares com os sistemas Android e IOS. Quem não renovar os dados até o prazo final, não é colocado da nova relação de inscritos, que será publicada depois no site da companhia.

Para corrigir distorções nos dados e dar mais transparência à relação, o procedimento foi iniciado em 3 de abril por exigência do Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT). Além disso, a atualização das informações passará a ser anual.

Como a pontuação que determina a posição da pessoa na lista muda com o tempo de inscrição – a cada ano ganha-se 1,5 mil pontos -, a atualização dos dados deve ser feita na mesma frequência. Antes, ela era feita sempre que havia alteração de informação importante para o cadastro.

O posto de assistência técnica da Codhab na estação da Companhia do Metropolitano do DF (Metrô-DF) da Quadra 112 Sul, destinado para pessoas com deficiência e idosos, tem atendimento para auxiliar na atualização. Ele funciona das 10 às 16 horas, de segunda a sexta-feira.

Quem pode se inscrever

O eixo Morar Bem, do Habita Brasília, é regido pela Lei 3.877, de 2006. Ela prevê, por exemplo, quem pode ter o benefício. É preciso ter mais de 18 anos ou ser emancipado, morar em Brasília pelo menos pelos últimos cinco anos e ter renda de até 12 salários mínimos. O candidato pode se inscrever individualmente ou por meio de uma entidade cadastrada.

De acordo com a lei, de cada área destinada à habitação de interesse social, 40% das moradias são destinadas às pessoas do cadastro individual e 40% vão para as cadastradas em cooperativas e associações habitacionais.

O restante é reservado para pessoas com deficiência (8%); idosos (5%) e casos de vulnerabilidade social (7%). É o caso de famílias removidas por conta de obras de infraestrutura, dos que vivem em situação de extrema miséria, de moradores de rua e de catadores de resíduos sólidos.


EDIÇÃO: VANNILDO MENDES

Inscrições para cursos técnicos do MedioTec são prorrogadas até 30 de junho

AMANDA MARTIMON, DA AGÊNCIA BRASÍLIA


O prazo de pré-inscrições para 24 opções presenciais e quatro a distância de cursos técnicos do MedioTec foi prorrogado até 30 de junho. Alunos da rede pública que cursem o 2º ou o 3º ano regular do ensino médio podem se candidatar por formulário on-line.

São 1.358 vagas, oferecidas por meio do programa que faz parte da ação estratégica do Pronatec, em parceria do governo federal com a Secretaria de Educação. O objetivo é oferecer formação técnica em concomitância ao ensino médio regular.

As oportunidades são para diversas áreas, como computação, eletrônica, vestuário e moda, música, teatro, enfermagem, nutrição e dietética, design de joias e de móveis e programação de jogos digitais. Os cursos presenciais estão distribuídos em nove regiões administrativas.

Até agora, a pasta recebeu 3.116 pré-inscrições. O curso mais concorrido — com 861 candidatos para 44 vagas — é o de técnico em enfermagem. Entre as oportunidades a distância, o mais disputado é o de técnico em informática.



Em outros, a procura tem sido menor do que a oferta, o que aumenta as chances de quem ainda quer se inscrever. São os casos, por exemplo, dos cursos de técnico em eventos, em programação de jogos digitais e em hospedagem e em modelagem do vestuário. Os cursos foram pensados de acordo com a demanda do mercado brasiliense.

Os selecionados serão conhecidos em 25 de julho, e as aulas terão início a partir de 10 de agosto. No momento da candidatura on-line, é preciso ter a declaração de escolaridade e fazer o upload do documento. Caso receba o comprovante impresso da secretaria escolar, o aluno pode digitalizar ou tirar uma foto e enviá-la.

Cerca de R$ 17 milhões investidos nos cursos técnicos do MedioTec no DF

Para viabilizar a proposta, o Ministério da Educação repassou ao DF cerca de R$ 17 milhões. Com parte dessa verba, serão contratados professores bolsistas para ministrar as aulas.

Os que forem matriculados em cursos presenciais ganharão, como ajuda de custo, R$ 2 por hora-aula assistida — ou seja, com comprovação de frequência. Eles terão ainda o direito de requerer o Passe Livre.

Na seleção dos pré-inscritos, será dada preferência a alunos do 2º ano do ensino médio e a inscritos no programa Bolsa Família.

Pré-inscrição em cursos técnicos do MedioTec
Até 30 de junho (sexta-feira)
Por meio de formulário on-line da Secretaria de Educação
Resultado: 25 de julho

Início das aulas: a partir de 10 de agosto