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O Distrito
Federal encerrou o mês de agosto com um saldo positivo de 2.792 novas vagas de
emprego formal. O dado é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
(Caged), do Ministério do Trabalho.
Segundo o
balanço, 25.346 trabalhadores foram admitidos no mês passado, e outros 22.554
foram desligados. O saldo positivo representa um acréscimo de 0,36% no número
de pessoas empregadas na capital.
A alta foi
puxada pelo setor de serviços, que, de acordo com o Caged, preencheu 3.323
vagas em agosto. A indústria de transformação (ou seja, que usa matéria-prima
para gerar produtos) gerou 134 vagas adicionais, e a agropecuária, 28 empregos.
A construção
civil e o comércio tiveram os piores resultados no mês, perdendo 417 e 247
trabalhadores, respectivamente.
No longo
prazo
O Ministério
do Trabalho também divulgou, nesta segunda-feira (24), a geração acumulada de
empregos desde janeiro, e nos últimos 12 meses.
Segundo as
tabelas do Caged, entre janeiro e agosto, o DF teve saldo positivo de 14.999
empregos. Foram 195.545 contratações e 180.546 desligamentos. Novamente, o
setor de serviços registrou a maior alta nas vagas. O comércio, nesse
acumulado, teve o pior resultado.
Considerado
o período de 12 meses entre setembro de 2017 e agosto de 2018, a situação é
parecida. Nesse intervalo, foram 13.156 vagas de saldo. O setor de serviços,
sozinho, gerou 13.150 vagas adicionais.
A construção
civil gerou 1.419 novas vagas, mas o saldo foi "consumido" por baixas
em áreas como comércio e indústria de transformação.
No país
Em agosto, o
Brasil gerou em agosto 110.431 empregos com carteira assinada. Este é o melhor
resultado para o mês nos últimos cinco anos. Ao todo, foram registradas 1,353
milhão de contratações e 1,242 milhão de demissões.
No acumulado
do ano, segundo o governo, foram criadas 568,5 mil vagas formais.
Na quinta
(20), o presidente Michel Temer já havia publicado uma mensagem no Twitter
informando que o Brasil havia gerado mais de 100 mil vagas formais no mês
passado.
"Fui
informado que o país criou mais de 100 mil empregos com carteira asinada em
agosto. Isto é prova que o Brasil está no rumo certo. Em plena recuperação.
#Caged", publicou o presidente.
Em julho,
segundo o governo federal, foram criados 47,3 mil empregos formais e em junho,
foram fechadas 661 vagas.
O setor de
agropecuária foi o único em que houve mais demissões do que contratações. O
maior número de empregos criados foi no setor de serviços.